segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma visão sobre a cura


A cura não consiste no processo de combater a doença presente, mas sim em buscar criar uma sintonia que não se afinize a ela. É possível conseguir isso se fizermos uma análise de qualquer tipo de atitude ou pensamentos negativos que estávamos cultivando anteriormente ou no momento justo de quando a doença se instalou.
Para obter a cura não basta se entupir de medicamentos, sendo que eles irão agir apenas combatendo os sintomas e não a causa, que continuará latente e poderá se manifestar nas mais diversas formas mórbidas que conhecemos. Os medicamentos, em especial os alopáticos que são os mais largamente utilizados, são sim importantes (fala aqui um farmacêutico) mas não são o único recurso disponível e não poderão resolver todos os problemas. Se assim fosse, como era possível viver antes da prática da medicina que conhecemos hoje? Como viviam nossos ancestrais? Os consultórios médicos e indústrias farmacêuticas não foram criados junto com a humanidade, e ela se manteve até que ambos pudessem existir.
Quando disse anteriormente que é preciso criar uma sintonia diferente da atual para que possamos nos livrar das doenças, é na verdade algo bem simples de compreender, mais ou menos como a famosa frase: "o que vem de baixo não me atinge". E é isso mesmo, basta imaginar que podemos ser maiores que o mal que nos acomete e ver no que estamos errando em nossa postura diante da vida, assim é perfeitamente possível eliminar de nossa volta qualquer tipo de energia ruim que possa se converter em doença quando atingir nosso corpo físico (e atinge, mais cedo ou mais tarde).
Ser feliz e viver o bem estar é um direito de todos e, se isso não ocorre, é porque algo fazemos de errado e não porque estamos sendo castigados. Nós é que precisamos nos dar conta de que a vida é muito maior do que a distância entre o olho e o próprio umbigo, precisamos aprender a fazer parte da Obra!

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