quinta-feira, 31 de julho de 2014

A Verdade Dói...


Gostaria de utilizar esta combinação de cartas para citar duas possibilidades: Uma delas é a de transmitir um modo realista de lidar com a vida, sem fantasiar. A outra é passar uma informação rápida de algo que as cartas podem sugerir. 

Considerando a primeira possibilidade, talvez seja comum para quem trabalha com oráculos o fato de perceber em seus clientes o desejo de ouvir somente aquilo que querem, ignorando ou mesmo refutando o que precisam saber. Diante de uma situação como essa, se tivermos uma tiragem de cartas como a que surgiu aqui, é preciso deixar as ilusões de lado e encarar a realidade.

Para as pessoas que insistem em uma determinada questão, mesmo sabendo de sua inviabilidade, estas cartas podem funcionar como "a verdade que dói". Traduzindo a interpretação em poucas palavras, podemos usar assim: Carta 4: Casa - o que é mais seguro; Carta 28: Homem - agir com base na razão; Carta 8: Caixão - simboliza o término, o fim de uma determinada situação.

Aprofundando a interpretação dada acima, a ideia é a de que o término daquilo para o que se alimentam esperanças é evidente, de forma que não adianta agir pela emoção e acreditar que pode dar certo. Ser racional, conforme sugere a figura masculina, é o que precisa ser feito. É assim que podemos nos proteger e evitar sofrimentos.

Esta é uma situação muito recorrente em relacionamentos que terminam e uma das partes ainda se sente completamente envolvida pela outra, não aceitando o fim. Tudo dura apenas o tempo necessário, de modo que insistir no que já terminou é olhar para trás e atrasar a própria vida.

A segunda possibilidade é rápida, e consiste apenas em considerar a ideia de doença associada a um ente querido do sexo masculino. Em uma situação assim, normalmente a intuição nos faz lembrar de alguém, sendo interessante conversar com esta pessoa para verificar como as coisas estão em termos de saúde. Claro que isso deve ser feito com sutileza, sem dizer nada do tipo "olha, vi a carta do caixão e me lembrei de você" (rsrs). Deve prevalecer a ideia de prevenção quando se fala em saúde através da leitura de cartas.

Apenas para complementar este estudo, assim como o título atribuído à postagem, temos a seguinte imagem:



terça-feira, 29 de julho de 2014

Estudo de Interpretação


Jogando com três cartas e sem dar tratamento a uma questão específica, gosto de analisar se alguma das imagens pode sugerir um direcionamento à interpretação. Proceder assim é como permitir que o baralho se comunique conosco livremente.

No caso acima, tomarei como ponto de partida a carta 4 - Casa, não por ser a primeira de uma sequência, mas por nos remeter ao contexto familiar, traduzindo uma mensagem para o lar. Como a carta vizinha é a 7 - Serpente, consideramos a possibilidade de alguém à nossa volta conspirar contra nossos propósitos, exigindo cuidado e boa observação de nossa parte.

O fato de estarmos em casa não é sinônimo de viver sempre em segurança, já que algumas pessoas (para não dizer muitas pessoas) convivem justamente com indivíduos que são as maiores "bençãos" em suas vidas. De fato, os laços familiares nem sempre são fáceis, pois aí justamente se encontram as situações espirituais mais complicadas pendentes de resolução, para aqueles que aceitam ou seguem a ideia reencarnacionista.

Provavelmente você conhece alguém que diz amar sua família, mas somente conseguiu dizer que ama após ter saído de casa e seguir o próprio rumo (eu conheço!). No convívio é onde "a coisa pega".

O lado bom desta conversa (sempre há) é que temos também a carta 32 - Lua. Esta carta é útil na orientação sobre o uso da intuição, qualidade que nos ajudará na identificação do que deve ser dito e para quem deve ser dito no que concerne aos nossos planos. Tudo o que deixamos guardado em nossa mente fica inacessível às pessoas más intencionadas, ainda que sejam da própria família (fazer o que?). Além disso, a carta em questão também informa que as adversidades não irão comprometer o nosso sucesso.